O Conselho de Ética da Alego decidiu na quarta-feira, 10 de junho de 2026, suspender por 30 dias as prerrogativas parlamentares do deputado Amauri Ribeiro (PL). A medida, ainda passível de recurso, foi aprovada por unanimidade após relatório do deputado Dr. George Morais (MDB), que identificou excessos e indícios de violência política contra a mulher. Na mesma reunião, o colegiado arquivou por unanimidade a representação apresentada por Ribeiro contra a deputada Bia de Lima (PT).
Relatório aprovado por unanimidade
O relator Dr. George Morais concluiu que as condutas reiteradas do deputado configuram quebra de decoro parlamentar e extrapolam os limites da liberdade de expressão. O deputado Charles Bento (MDB) acompanhou o parecer e destacou que a punição não implica cassação de mandato. O parlamentar continua com salário, gabinete e equipe, porém sem direito a falar em tribuna, apresentar requerimentos, projetos, emendas ou participar de votações durante o período de 30 dias.
O relatório do deputado Dr. George foi pela aplicação de uma punição de 30 dias sem direito às prerrogativas do deputado, que são: falar em tribuna, apresentar requerimentos, projetos, emendas, participar de votações. Ele fica sem essas prerrogativas por 30 dias. Acompanhei o relatório e os demais membros também
Charles Bento
Arquivamento do processo contra Bia de Lima
A relatora Rosângela Rezende (Agir) apresentou parecer favorável ao arquivamento da representação contra a deputada Bia de Lima (PT). O Conselho de Ética acolheu a proposta por unanimidade, encerrando o caso sem aplicação de qualquer medida. A decisão reforça o entendimento de que o colegiado avalia com rigor as condutas que envolvam indícios de violência política de gênero.
