A reforma do Autódromo Internacional de Goiânia virou um poço de incertezas e falta de transparência na gestão Caiado/Daniel Vilela. Enquanto a dupla foca em justificar a necessidade de refazer um asfalto que derreteu como “Sonrisal”, o contribuinte continua sem saber para onde está indo o seu dinheiro.
O mais grave dessa história são os contratos firmados com a MotoGP, cujos pagamentos em euros foram blindados sob a justificativa de “acordos de confidencialidade”. Mas dinheiro público não deve ter segredo.
Pesquisas no portal da transparência revelam gastos que chegam perto de R$ 400 milhões apenas com a parte nacional da obra (financiada, em parte, com recursos da Taxa do Agro). Com os valores internacionais mantidos a sete chaves, a fatura real pode bater a marca de R$ 1 bilhão. O Ministério Público precisa agir com urgência para mostrar quem recebeu o quê e por que a conta ficou tão cara.
