O diagnóstico de doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ) no especialista em aviação Lito Sousa provocou ampla repercussão e motivou a Secretaria de Estado da Saúde de Goiás a divulgar dados atualizados sobre os casos confirmados no estado. As informações revelam que, entre 2005 e 2026, foram registrados 36 casos da doença rara e de rápida progressão, com quatro ocorrências apenas neste ano. As autoridades enfatizam que não há qualquer registro da variante vDCJ associada à encefalopatia espongiforme bovina, conhecida como doença da vaca louca.
Casos confirmados em Goiás
Os registros se concentram principalmente em Goiânia, com 16 casos, e Anápolis, que soma três notificações confirmadas. Ao todo, a Secretaria de Estado da Saúde recebeu 96 notificações de casos suspeitos desde 2005, das quais 36 foram validadas após investigação epidemiológica, representando uma taxa de confirmação de 37,5%. Os dados reforçam a necessidade de atenção à doença neurológica, que afeta pacientes em diferentes regiões do estado.
Esclarecimentos sobre a variante vDCJ
A Secretaria de Estado da Saúde informa que em Goiás não há caso confirmado para a Doença de Creutzfeldt-Jakob (vDCJ), associada à encefalopatia espongiforme bovina, conhecida como ‘doença da vaca louca”.
A Secretaria de Estado da Saúde informa que em Goiás não há caso confirmado para a Doença de Creutzfeldt-Jakob (vDCJ), associada à encefalopatia espongiforme bovina, conhecida como ‘doença da vaca louca”.
Secretaria de Estado da Saúde (SES-GO)
Investigação epidemiológica
Os órgãos de saúde continuam acompanhando as notificações para garantir o monitoramento adequado dos pacientes e esclarecer a população sobre os riscos reais da DCJ. O Brasil e Goiás nunca registraram casos da variante ligada à doença da vaca louca, o que diferencia a condição diagnosticada em Lito Sousa de qualquer surto associado a consumo de carne contaminada. O foco permanece na conscientização sobre os sintomas e na orientação para busca imediata de atendimento médico diante de sinais neurológicos.
