Caso de PolíciaGoiás

Açougueiro extraditado de Portugal inicia cumprimento de 14 anos por morte de Valério Luiz

Açougueiro condenado pela morte do radialista Valério Luiz é preso em Portugal — Foto: Reprodução/TV Anhanguera
Açougueiro condenado pela morte do radialista Valério Luiz é preso em Portugal — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

O açougueiro Marcus Vinícius Pereira Xavier foi extraditado de Portugal para Goiânia e iniciou o cumprimento da pena de 14 anos de prisão por participação no assassinato do radialista Valério Luiz, ocorrido em 2012. A transferência ocorreu no fim de semana de 4 de julho de 2026, após o cumprimento do mandado de extradição e audiência de custódia que manteve a prisão preventiva. Ele foi encaminhado à Casa de Prisão Provisória de Aparecida de Goiânia, onde permanece detido enquanto a defesa recorre da condenação.

Detalhes da extradição e audiência

O procedimento de extradição foi concluído entre 2 e 3 de julho de 2026, com o retorno do condenado ao Brasil. Na audiência realizada em 4 de julho, a Justiça verificou apenas a legalidade da prisão, sem analisar o mérito do processo. Marcus Vinícius agora cumpre a pena enquanto aguarda decisão do Superior Tribunal de Justiça sobre recurso apresentado pela defesa.

Contexto do crime e condenação

O assassinato de Valério Luiz foi motivado por críticas feitas pelo radialista à gestão do Atlético-GO, comandada por Maurício Sampaio, também condenado no caso. Além de Marcus Vinícius, foram condenados Ademar dos Santos e Luiz Carlos Oliveira. A defesa alega nulidade no julgamento e busca anulação da sentença.

Posição da defesa no STJ

Ele foi extraditado no final de semana, já passou pela audiência de custódia. Foi só uma questão de legalidade da prisão. Já está na Casa de Prisão Provisória. Nós temos um recurso especial no STJ, mas ele já começa agora a cumprir a pena

Rogério Rodrigues de Paula

No recurso especial, nós estamos tentando anular o julgamento por questão de quesitação, uma nulidade. Se der certo no STJ, ele vai a novo julgamento. Se não, vai continuar cumprindo a pena

Rogério Rodrigues de Paula

O advogado Rogério Rodrigues de Paula confirmou que o cliente já iniciou o cumprimento da pena, independentemente do desfecho do recurso. O processo tramita no STJ e pode resultar em novo julgamento caso a nulidade seja reconhecida.

Notícias relacionadas

Técnica utilizada na poda permite a colheita no inverno. Foto: Acervo Pessoal
BrasilEducaçãoGoiás

Pesquisa da UFG revela que dupla poda e leveduras específicas melhoram vinhos do Cerrado goiano

Uma pesquisa da Universidade Federal de Goiás demonstra que a combinação de...

Tela exibida nos sites das prefeituras de Goiatuba e Morrinhos após ataque hacker | Foto: Reprodução
GoiásSegurançaTecnologia

Hackers invadem sites das prefeituras de Goiatuba e Morrinhos e criticam Lula e Moraes

Os sites oficiais das prefeituras de Goiatuba e Morrinhos foram alvo de...

Crime aconteceu na última sexta-feira. Mulher foi presa | Foto: Reprodução
Caso de PolíciaGoiásSegurança

Mulher em surto psicótico mata jornalista Delson Carlos e seu cachorro a facadas em Goiânia

Uma mulher em surto psicótico matou a facadas o jornalista Delson Carlos...