A matemática das obras de saúde do Governo de Goiás está gerando dúvidas. Veja a comparação direta entre os dois maiores projetos hospitalares recentes do Estado:
- Novo HUGO (Prédio da Oncoclínicas): Mais de 53 mil m² de área construída. Custo estimado de compra: R$ 500 milhões (incluindo equipamentos).
- CORA: Aproximadamente 44 mil m² de área construída. Custo atual do contrato: R$ 2,58 bilhões.
A conta final revela um paradoxo: como um hospital significativamente menor custa quase cinco vezes mais aos cofres públicos? A população agora aguarda explicações detalhadas sobre os serviços e equipamentos que, supostamente, justificariam essa diferença.
